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quarta-feira, junho 28, 2006

Os Piores Filmes do Mundo (até 2003)

Rose... Jack! Roseeee... Jack! Roseeblurg. Gasp! Burgh! Blub! Blub bgub glub...
  1. Titanic
  2. AI: Inteligência artificial
  3. Pearl Harbor
  4. Vanilla Sky
  5. A Bruxa de Blair
  6. Batman e Robin
  7. Os Vingadores
  8. A Reconquista
  9. De Olhos Bem Fechados
  10. Highlander 2: A Ressurreição

Link do comentário:
link

Também não concordo.Se bem que filme "ruim" é difícil classificar. Tem muito filme que "ruim" que eu gosto - mesm osabndo que é "ruim" mesmo! Trashs como "O Vingador Tóxico" são "crássicos". Eles deveriam ter escolhido o termo "blockbusters ruins", para restringir o espaço de amostra. Mesmo assim, cadê "Armaggedon"? Cadê o filme da Madonna, feito pelo Guy Ritchie? Cadê A "Ilha da Garganta Cortada"?
(Os últimos exemplos para fixar a idéia que diretores NÂO DEVEM SE CASAR com atrizes. É melhor para ambos)

Titanic podia até fazer parte, mas não em primeiro. Ele tem alguns méritos, mas esse lance de ter recebido trocentos mil oscares aumentou sua repulsa. Se ele não tivesse ganhado tantos, não estaria nessa lista. Ou em primeiro.

Eu até defendo alguns pontos em "AI". Foi um filme infeliz. Mas há coisas piores... Cadê "A Dança da Morte"????

"Vanilla Sky" não deveria fazer parte da lista. Mesmo sendo uma refilmagem piorada do original espanhol, não é o 4o. pior filme do mundo... Cadê o "A Tempestade do Século"?

"A Bruxa de Blair" também não deveria fazer parte disso. Não que tenha gostado dele. Mas é um filme original e inovador1, principalmente no markentig interneteiro (que eu acompanhei na época). A continuação, sim, deveria estar aqui (não tive coragem de vê-lo até agora!2)

Não assisti3 "De Olhos Bem Fechados" inteiro, mas pelo que assisti, nunca deveria estar aqui. Vai ver, eram críticos puritanos ingleses demais... Ou, simplesmente, não gostam do Tom Cruise!

Todos o filmes não citados na lista (mas por mim), deviam por direito, fazer parte da lista, e nos primeiros lugares!

[]s
Sovibuster

ps: "A Dança da Morte" e "A Tempestade do Século" são filmes p/ TV (compactos de mini serie, agora eu sei...). Mas como citei no início, não houve restrição dos termos da pesquisa.
ps2: Highlander 2 não fez bilheteria suficiente p/ ser nem blockbuster. Ou para nada.

(Apenas para desenterrar esse post, publicar algo. Escrito em 06/11/2003, para a lista ETECA, com alguns pouco adendos aqui. Comenta vários filmes que não merecem mais que isso.)

1 Escrevi isso antes de assistir "canibal Holocauto". Esqueçam o item originalidade e inovador.
2 Já assisti (mês passado, na TV a cabo). Divertido...
3 Já assisti, e aprovei. O filme é boa, ops, digo, bom...

terça-feira, junho 20, 2006

Wííííiííííííí! Parte ÍÍ

Nintendo!... Sony!... BIL GATES!!!!

A briga pelo mercado de videogames será deveras interessante, quando todas as cartas estiverem na mesa. Há apenas três concorrentes dessa vez - Sega, SNK, Phillips, todas já arregaram... E até agora, somente a M$ (a empresa "caçula" no ramo) lançou o seu videogame de última geração, saindo na frente. Mas essa vantagem pode ser ilusória - vide o triste destino do DreamCast, da SEGA - antiga grande rival no mercado de consoles domésticos..

Ele traz MAIS do MESMO. É GRANDE para um console moderno (lembra até o NeoGeo CD), já que se trata de um PC "modificado" - as placas mães de PC não se miniaturizaram o suficiente ainda. Mas já herdou de seu predecessor, o XBOX, a conectividade online, que por si só, já é revolucionária para o mercado de videogames domésticos. Tem muita gente jogando, e até, extrapolando, os "limites" do videogame. Quem já assistiu os episódios da série "RED vs BLUE" e o talk show "This Spartan Live", realizados dentro do mundo online de HALO/HALO 2, propiciado pelo sistema XBOX Live, sabe do que estou falando. E há um trunfo que muitos estão esquecendo: a evolução do XBOX Live para o Live Anywhere – a possibilidade dos jogos "cross-plataform", entre o XBOX360 e o Windows Vista (e Windows Mobile). Já foi demonstrado os games Shadowrun, e HALO 2 deve seguir o mesmo principio – apesar de terem dito que não será "compatível". Ele é o carro-chefe do XBOX360 e será lançado EXCLUSIVAMENTE para PC, rodando no Windows Vista... Tá bom, acreditamos em papai-noel também... Se não HALO 2, o 2+, ou 3, com certeza, será cross-plataform. E as softhouses já devem lançar jogos assim, principalmente as que já têm o (bom) costume de lançar jogos semelhantes para micro e console, tipo a EA. A Microsoft pode ser muitas coisas (pejorativas), mas não é burra... E promete lançar o XBOX360 no Brasil oficialmente!

A Sony promete uma revolução no hardware do PSX3, um processador miraculoso CELL (que ninguém sabe direito o que é, só que é MUITO foda...), drive Blu-Ray (que ninguém sabe direito o que é também, mas tem poder de armazenamento e leitura MUITO fodas – deverá substituir o DVD, mas está muito cedo, na minha opinião) e saída HDTV (que não é lá revolucionário, mas já é o padrão adotado no Brasil). Seria algo como lançar o PSX2 em 1994, ao invés de lançar o (então simplório, mesmo para a época) PSX. Mas até agora ninguém viu... De qualquer maneira, vai continuar sendo MAIS do MESMO também. Mais bonito, mais rápido, mais vídeos, mais tudo.

Mas vai herdar a liderança do mercado. Será compatível com jogos anteriores de PSX e PS2, o que já lhe garante uma biblioteca de jogos respeitável. E irá herdar os PARCEIROS da Sony. E esses parceiros podem fazer a diferença. O próprio controle analógico foi criado por terceiros, antes de ser fagocitado pela Sony. Tem os já consagrados "tapete de dança" e a série Dance Dance Revolution, que já inovaram a forma de jogar nos anos 90.

Would you like to play a game of chess? I play very well.

E HOJE temos o EyeToy, a "webcam" criada pela Logitec (que tem o design do antigo modelo de PS2), que detecta movimentos – na verdade, é o estúpido poder de processamento do PS2 que separa o jogador do ambiente, e interpreta seus trejeitos - e cuja tecnologia tem se aperfeiçoado jogo. A Série EyeToy traz os excelentes "EyeToy: AntiGrav" e "EyeToy: Kinetic". E outras produtoras como a Sega, já estão apostando na tecnologia. Se o modo de jogar é o novo paradigma dos consoles, ela está muito bem amparada.

E temos o Nintendo Wii...

[]s
Sovi, que queria ter mais tempo para jogar

(Temos ainda que ver o fator Preço e o fator pirateável...)

domingo, junho 18, 2006

Na teia das Aranhas

Homem aranha africano o caralho!

Não foi no domingo esperado, mas terminei de ler Os Filhos de Anansi. Talvez tenha deixado coisas importantes de lado para poder me dedicar a ele, mas não há arrependimentos – foi o livro certo na hora certa. Sem sua companhia, minha vida teria sido mais miserável nesses meus dias.

Ratifico tudo o que escrevi nas minhas primeiras impressões do livro, quando o comprei. O livro é muito bom, bem escrito e bem traduzido. Leitura fácil, desde que você aceite o que Neil Gaiman escreve. Sem muitas reservas. Deixe o texto fluir e aceite o mundo descrito por ele como ele é. Porque é assim que ele é. Como o autor mesmo escreveu uma vez em Sandman (no. 39, série "Convergência"), sempre acredite na história, e não em quem a conta.

(Foi quando ele disse isso, que Anansi nasceu. Talvez nem Gaiman saiba disso)

Ainda não gosto da capa nacional, principalmente pela disposição das letras do nome do autor e título. Mas a capa gringa, apesar de ser esteticamente mais bonita, é vazia: lembra os combates épicos e forças divinas, em "Deuses Americanos" (mais uma vez, com o uso da queda de um raio). Nada a ver!

Apesar de estar imerso no "mundo" criado em "Deuses Americanos", não é nada-nada obrigatório ler esse livro antes. São obras muito diferentes MESMO, em quase tudo, desde o estilo narrativo até o tom mais leve e humorístico deste aqui. A única ponta de ligação entre as obras é uma personagem coadjuvante (mas bem marcante) em ambas: Anansi.

Para quem não é familiarizado com o folclore africano, já deve ter ouvido esse nome na cultura pop. Anansi aparece em várias outras histórias por aí. (Assim como várias outras personagens vinculadas a ele, como o "Velho Tigre"). Não é copyright de Gaiman, ou nada disso. Até em episódio do "Super Choque", ele já contracenou. Mas isso é de sua natureza.

Só que somente Gaiman para dar uma roupagem nova ao tema, que o torna tão personagem de Gaiman quanto Sandman, Orfeus ou a Morte.

[]s
Sovi, ainda preso a teia

(a Conrad atrasou o lançamento do novo volume de Sandman encadernado, por causa desse livro. Justificável, desde que não adie demais...)

quinta-feira, junho 15, 2006

Chaves para Jogo

O que já tivemos que fazer para poder jogar hoje no micro

Quando escrevi o post sobre "The Thing", terminei a matéria dizendo que jogava através de meu controle de PS/2 conectado por um adaptador USB. Só que havia um porém... O jogo NÃO tem suporte a joystick... E antes de cair em contradição, e acabar com a confiabilidade desse blog (se é que há), e, principalmente, alguém ache que possa ganhar o troféu cata-piolho em cima de mim, vou explicar como. Pensei em fazer apenas um pequeno adendo, mas vale a dica, para outras eventuais ocasiões. Lá vem história....

No início, eu ODIAVA jogar usando teclado... Estava acostumado a (e adorava) joypads - aqueles teclados AT/XT monstruosos eram pouco precisos e muito desconfortáveis. E assim continuou, mesmo os teclados dando uma melhorada. O ápice foi quando inventaram a MALDITA tecla Windows, que fica entre o CTRL e o ALT, e sempre era acionada no meio do maior tiroteio dentro do DOOM, saindo da tela do jogo e travando toda rede IPX.

Aí vieram os jogos verdadeiramente 3D. E, junto com o tecladão, o mouse passou a ser parte indispensável do controle das personagens, seja na mira, seja para ver o cenário, seja para direcionar o jogador. Creio que deixei jogos de tiro de lado nessa época, e passei a me dedicar a jogos estratégia – onde o mouse é o principal modo de operar, e o teclado, apenas suporte secundário.

Os gamepad de PC sempre foram ruins... Os poucos bons, custam os polegares das mãos... Quando começaram a adaptar os controles de PSX para PC, através da LTP1, foi a redenção! Ótimo custo-benefício – nunca mais fiquei sem um no micro!

Só que nem todos os jogos p/ PC saem com suporte a controle. Muitas vezes não tem jeito, o game não foi feito para ser jogado assim. Em outros casos, um controle via joypad faz falta. Ou mesmo uma "junção" entre eles. É o caso de "The Thing".

Aí, entra um (bom) programador japa, que criou um programinha que resolve isso: Joy2key.

É um emulador de teclado para joystick. Está bem, eu explico: você atribui teclas a controles do joypad. Movimentos e botões do mouse também. Aí, se no jogo você utiliza as letras "W" para avançar, "S" para recuar, "A" para esquerda e "D" para direita, você associa essas letras às direcionais do joystick. Assim por diante. É um programa LEVE e SIMPLES, quase sem mudanças desde que foi criado, em 1999 (para win95). Quase não ocupa memória e fica em "background", sem importunar ninguem. Funciona desde para jogos em janela DOS até sob pesados jogos DirectX.

Isso também abre um novo leque de configurações. Não só para jogos, mas para programas no ambiente Windows. Tenho perfis criados para utilizar o controle em visualizadores de imagens e leitura de PDF, por exemplo. Até navegação na Internet. Principalmente porque, nem sempre estou ergonomicamente sentado a frente do micro. Ele fica do lado da minha cama... :)

[]s
Sovi2key

Download: Joy2key 3.7.9 (308 k)

(Demorou, mas eu acabei gostando da combinação mouse+teclado que os jogos de PC trazem. Foi ote mpo de mais algumas sinapses se formarem no meu cérebro...)

segunda-feira, junho 12, 2006

O Valor do Caché

Como esses caras feios podem ter essas francesas lindas?

Quebrei meu jejum em cinema, finalmente. Em épocas de peso-pesados, como "O Código da Vinci" (que somente uma companhia feminina me levará para assistir) e "X-Men III – O Conflito Final" (malditos subtítulos nacionais!), optei pela sugestão (sempre levada muito em conta) de um amigo, e fui assistir "Cachê". Outro amigo meu (atendendo ao mesmo conselho) foi quem agitou a coisa toda, de última hora. Ainda bem que não fomos sozinhos – é um filme que pode gerar HORAS de discussão. Necessária. Não ter com quem conversar sobre o filme depois, seria uma tortura!

É um filme europeu francês (oui!), com atores desconhecidos para nós (salvo, talvez, Juliette Binoche). Uma das coisas engraçadas em assistir filme europeu é o FENÓTIPO dos atores – você NÃO precisa ouvir o cara falar em francês para saber que o cara é de lá. É só olhar o nariz! E os vincos no rosto dos mais velhos, e outras particularidades francas. Há realmente, uma IDENTIFICAÇÃO racial entre os povos europeus, que a gente, acostumados a essa misturada genética daqui, não consegue sacar, e o quanto isso interfere no subconsciente (e no consciente) de uma população.

(As francesas continuam a manter a boa fama que merecem)

O filme pode ser visto de vários ângulos (por isso, se discute se muito depois!),e esse aspecto racial é uma das alegorias. O filme é cheio disso. A história em si é apenas o fio condutor. Mas não deve ser desprezada. Senão, não estaria comentando tão bem = DETESTO filmes puramente alegóricos. Mas esse se salva, graças, sobretudo ao final.

A personagem principal é a uma FAMILIA FRANCESA típica, de classe média (para nós, terceiro-mundistas, média alta), com destaque para o pai. Aliás, percebe-se que não há lá muita diferença entre eles e nós, no quesito família. Aliás, em quase nada há diferenças. Esqueça pontos turísticos, Torre Eiffel e Arco do Triunfo. As locações são avenidas e ruas NORMAIS, iguaisinhas a que andamos aqui, principalmente nas cidades do interior. Gente normal. Podemos nos identificar com eles, seu cotidiano e seus esqueletos escondidos no armário.

Mas os problemas sociais, não. Ainda bem. Praticamente, tudo que hoje assusta o cidadão gaulês está no filme: gente de oura cor pelas ruas, argelinos rancorosos com o passado, mulçumanos obviamente, até frangos (gripados... até isso deram um jeito de encaixar...)! Se sentem ameaçados, mas se sabe quem ou de onde vem a ameaça – ou até se tem mesmo ameaça. E assim, respondem com violência, intolerância, e tomando analgésicos e fechando as cortinas. Mas ainda sob a máscara da civilidade e do orgulho disso.

Tudo isso é subentendido. Você pode passar o filme inteiro sem reparar nessas coisas, apenas concentrado na trama principal – o que já está de bom tamanho. Não é um filme "cabeça", nem nada estereotipado. É um filme para ser visto e debatido depois. Algo cada vez mais difícil nos filmes hoje em dia.

[]s
Sovi, esvaziando a memória cache

(Semana canina, pouco tempo para escrever. Essa semana, não há melhores expectativas. Mas nada que impeça o bom andamento do blog)

quarta-feira, junho 07, 2006

O Monstro do Antártico - O Jogo

Die, Coisa, die!

Da série "Parasite Eve" para PSX a série "Resident Evil" (nesse caso, misturado com as idéias de George A. Romero), passando por "Odium" (aka "Gorky 17"), "Abomination: The Nemesis Project", "Incubation: Time is Running Out", só para citar os mais parecidos (apesar de menos conhecidos – acho que só eu joguei.. por isso, já aproveito para fazer a propaganda! Foram difíceis de achar paca...), a lista de jogos onde o principal inimigo é um vírus infeccioso que cria mutações nojentas nos seres vivos (inclusive e, principalmente, no homem) é extensa. E todos eles têm um pé (ou outro membro viscoso) no filme de ""John Carpenter´s The Thing".

Só que o filme foi lançado em 1982, na já decadente "Era Atari", onde então não era praxe acompanhar o lançamento dos filmes com jogos, salvo raras e execráveis exceções. Se alguém deve o (des)prazer de jogar o E.T., lançado no mesmo ano, deve dizer "graças a Deus" (Lendas dizem que milhões de cartuchos foram enterrados secretamente no deserto de Mojave. Provavelmente, nos fundos do Hangar 18....)

E a "franquia" do "The Thing" parou aí, sem qualquer outra continuação, em qualquer outra mídia. Isso mais durou 20 anos, até que em 2002, o filme finalmente foi retirado do ostracismo, e o game foi criado pela VU Games (mais conhecida hoje por F.E.A.R.). Não sei se foi à nostalgia, ou por gostar do filme pra caramba, mas gostei muito do jogo. Ganhou nota 7.7 no Gamespot. Quer dizer que já não é um jogo medíocre. Talvez não seja um clássico... Mas eu recomendo!

O jogo começa com algumas cenas, aparentemente do filme, feitas sobre o próprio engine 3D. Aí, chegam duas equipes de resgate a Antártida, algum tempo depois de quando termina o filme...

O jogo pode ser definido como "em terceira pessoa". Mas você não está sozinho. Sobre seu comando, há até quatro membros da equipe, para você tomar conta. Tem o "médico" (mais para curandeiro), que te cura passando a mão... O engenheiro, que põe a mão na massa, e dá um jeito de fazer funcionar portas e switchs. Tem o soldado, que mete bala em tudo. E tem você, para dar ordens a eles... os pobres coitados, estão numa fria...

Você quem distribui as armas, itens e munição, posiciona-os, envia em missões E, se isso não bastasse, ainda tem mais dois itens muito importantes para se preocupar: o stress/medo e a confiança...

Quando a coisa começa a ficar preta, os caras começam a se borrar todo. Se você não acabar com isso logo, o cara fica inútil, passando mal, tremendo, e pode até chamar o hugo. Aí, você tem que acalmar o cidadão: dar arma, munição (só em filme, digo, jogo americano mesmo...), pode deixar ele quieto num canto seguro (de preferência, acompanhado), essas coisas. Se tudo mais falhar, lasca uma injeção de adrenalina nas nádegas dele, que o cara fica feliz...

E tem o lance da confiança. Principalmente quando você tem que arregimentar novos membros para a equipe. Fazer os manos confiarem em você requer mais "tato", mais distribuição de armas (é, ou não é, coisa de americano mesmo?), ordens e afins. E também, quando os personagens ficam sozinhos por aí (o que é inevitável), e depois se agrupam: quem garante que não foram infectados pela "coisa" nesse ínterim? Esse era um dos grandes motes do filme original. Trazê-lo para o jogo, já merece ponto positivo.

Lançaram esse game para PS/2 e XBOX. Eu jogo no meu PC. Como foi feito pensando em console, tem até poucos comandos. Fica bem com um controle de PS/2 com adaptado por USB. Saiba como aqui

[]s
Sovi, que quer entrar numa fria.

(Primeiro “review" de jogo. Espero escrever mais. Só que, e tempo para jogar? Ainda não zerei. Mas já estou na 15º fase. E só jogo no hard! :) )

segunda-feira, junho 05, 2006

Æon Flux - O Filme

Arg! Aeon Flux gostosa! Ergh!!!!

Apesar de gostar muito de filmes, eles envolvem certo custo-benefício. Por isso, cada vez mais eu vou MENOS ao cinema. Só há três razões para desembolsar a grana necessária para ir a um cine aqui em Sampa: (boa) companhia, filmes "alternativos" (que você não vai achar para lugar em DVD depois) e se o filme REALMENTE valer a pena. Cada vez MENOS a última alternativa. Cada vez mais, compensa pegar o filme em DVD - não só pelo custo propriamente em si, mas porque tem filme que foi feito para se ver em casa. É algo pessoal, mas há filmes que, se tivesse visto no cinema, teria ficado muito puto. Em casa, mais light, fica divertido. E está cada vez mais fácil identificar filmes que não valem à pena.

Æon Flux é o exemplo, dessa vez. Assim que foi anunciado, já sabia que JAMAIS iria ao cinema perder meu tempo assistindo isso em tela grande. Seria (mais) uma aventura para ser assistida em tela pequena, para ser alugada na primeira oportunidade. Dito e feito.

Sempre gostei da animação Æon Flux. Desde o saudosos tempos em que a MTV apresentava o “Liquid Televison”, para depois ganhar série própria. Os episódios (não lineares) traziam uma carga de psicodelia, psicose, sadomasoquismo, perversões pan-sexuais (seja lá o que isso signifique, mas dá para ter uma idéia), reflexões existenciais, violência e sexo (é, mais...), que mal o desenho conseguia expressar. Vira e mexe, Æeon se lascava também. E a tensão "amor-perverso"-e-"ódio-autodestrutivo" (REAIS) entre ela e o presidente Goldchild? Imagine só em filme hollywodiano. Nem pensar...

Lógico que iriam se aproveitar MUITO POUCO da série. Para começar, escalaram a lindeza loira (mas amorenada – mas ela fica boa de qualquer jeito!) Charlize Theron para a personagem. A Æon Flux Original era magrela. musculosa e feia de danar em seus sumários trajes de couro sadomasoquistas, que estavam longe de serem sensuais. (pelo menos para mim).

Essa aí não sobreviveria 5 segundos no meu mundo...

Peter Chung o "pai" de Æeon, aparece nos documentários extras do DVD - junto com várias cenas de episódios da animação. Poucos, mas dá para se fazer uma comparação, mesmo para quem nunca o assistiu os episódios.

Curiosidade: pensavam, a principio filmar aqui em Brasília, se aproveitando da arquitetura futurista de Oscar Niemeyer. Mas desistiram da idéia – a cidade devia se deserta demais, e filmar só de terça a quinta, poderia comprometer o prazo.Foram se hospedar no primeiro mundo, e filmaram em Berlin (afinal, já estava sendo modelada para a Copa mesmo). Não foi dessa vez. Quem sabe, quando forem filmar "American Flagg!", nossa capital não vire estúdio de Hollywood?

O filme acaba sendo aquilo esperado. Uma boa diversão padrão. Tem algumas inovações futuristas e algumas questões na trama, que até lembram, muito vagamente, o original em desenho. Mas só serviu para deixar o público padrão um tanto confuso. Por essas e outras, foi um fracasso. Deveriam ter se arriscado mais, e feito algo mais próximo do anárquico desenho. Seria m fracasso de qualquer jeito - o publico não estaria (jamais) preparado para ver o que já se viu na série. Mas pelo menos, fracassariam com estilo. E não na mesma coisa de sempre.

[]s,
§ovi Flux

(Agora, quero pegar a série animada para ver. Ainda bem que um amigo tem para emprestar –desde que eu devolva "O Enigma do Outro Mundo"...)

quinta-feira, junho 01, 2006

Os Novos Filhos de Gaiman

Eu ODEIO selos verdes! Eu ADORO selos verdes!

ONTEM, uma bela surpresa. Fui até a FNAC aqui na Paulista, e quase me passa despercebido o novo livro de Neil Gaiman, "Os Filhos de Anansi".

Esperava esse livro para o mês que vem, mas a FNAC adiantou o lançamento. Mesmo estando com os FAMIGERADOS e MALDITOS selos verdes - mas que pelo menos, significam 20% de desconto - acabei pagando 44 kiwis... Mais que os 39 limões prometidos pela Conrad na pré-venda. De qualquer maneira, esse livro veio em muita boa hora. Estou precisando ler um livro de Gaiman agora. Nem cogitei a idéia de esperar mais para comprar.

É um dos livros no qual posso dizer, estava ansioso para botar os olhos. É uma espécie de continuação de "Deuses Americanos", um dos melhores livros que já li. Na verdade, ele continua no mesmo "universo mítico", tendo apenas a personagem "Sr. Nancy" como ponto de ligação entre as obras. E, ao contrario da obra anterior, esse novo livro preza mais para o HUMOR (bem) BRITÂNICO, ao estilo Gaiman, contrastando com o ar mais "sisudo" e "sombrio" do anterior. Realmente, precisava desse livro agora.

A capa foi um tanto decepcionante. A da versão inglesa era bem melhor. Temo pela PRESSA em fazer esse lançamento aqui no Brasil. Nesse cenário, a tradução pode apresentar problemas. Sempre elogiei as traduções da Conrad, mas sempre há uma primeira pisada na bola...

Se vocês pensam que são só elogios, e não há problemas e erros em livros, me aguardem. Ainda não comentei nada sobre "Fumaça e Espelhos", da Via Lettera... Não acumulei raiva suficiente...

Pelo pouco que já li, não parece ser o caso. Vamos aguardar. Até domingo, devo telo terminado! :)

[]s
Sovi, o Filho de Jor-el

(acrescentei o BLOG de Neil Gaiman em "Recomendados" para conhecerem melhor o autor. É o primeiro BLOG gringo – que não pertence a um amigo(a) - que coloco na lista.)